Paul Valéry, em Robinson de Histórias quebradas:
" — Na verdade, o quê tem de mais estranho a um criador do que
a totalidade da sua obra? Não chegou a conhecer mais do que as
intenções parciais, e os pedaços, e os graus, e a percepção do que
ele elaborou fica completamente outra do que aquela relativa a
um trabalho inteiro e acabado, e entende da sua perfeição só as
aproximações, as tentativas."

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