
morro 2
acrílico sobre papel colado sobre madeira, 32 x 45 x 2 cm, 1996
A silhueta variável do monte — montanha, maciço, morro ou colina — intercala-se
entre o longínquo e nosso olhar como o símbolo de uma presença constante
ao mesmo tempo em que ela atesta o acreditar em outros horizontes.
Desde nossos primeiros diálogos com a pintura, não saberíamos nos desfazer
daquilo que está lá, originariamente, como Cézanne, ou dessa mania de pegar e
observar pedras encontradas pelos nossos caminhos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário