
a areia não é mais…
técnica mista sobre madeira, 55 x 84 x 2 cm, 1998
Pertencente a uma série de quadros nos quais signos e escritas superpõem-se,
a areia faz aparecer, à noite, à “contra-luz”, uma frase extraída de
TOUT PARADIS N’EST PAS PERDU (Nenhum paraíso está perdido), poema de
André Breton dedicado a Man Ray, publicado em Clair de Terre, em 1923.
A disposição e a tipografia das letras fazem referência à
capa da coletânea de poemas.

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